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Como definir a nossa estratégia de marketing?

Comunicar é essencial para qualquer negócio e os que não o fazem, correm o risco de ser esquecidos. Podemos ter o melhor produto do mercado, que se o nosso público não ouvir falar dele, vai continuar nas prateleiras.

Ao longo destes anos, deparei-me com vários empresários que, por terem clientes fixos há muitos anos, por serem a única empresa a prestar aquele serviço naquela zona geográfica ou por inúmeras outras razões, acham que não precisam de comunicar. Esquecem-se, no entanto, que não estão sozinhos no mercado e um concorrente que invista em comunicação, já parte em vantagem, seja para conquistar novos clientes, seja para captar aqueles que julgávamos fiéis.

Infelizmente, não é uma ciência exata e o que funciona para um negócio não funciona para o outro, por isso seguem aqui os passos essenciais para definir um plano de marketing para um negócio.

Quem é o nosso público-alvo?

Quem é que compra os nossos produtos/serviços? Que idade têm? Que nível de vida têm? Quais são os seus objetivos? O que os leva a adquirir os nossos produtos/serviços? Quais são as alturas do ano em que mais consomem? São tudo coisas que temos de definir para saber com quem vamos falar, sem esquecer que uma empresa nunca tem só um público-alvo ou que nem sempre quem usa e quem compra são a mesma pessoa (por exemplo, marcas de produtos para crianças não estão só a falar para os mais pequenos, mas principalmente com os pais, pois são estes que adquirem os produtos).

Qual é o tom de voz da minha empresa?

É essencial percebermos como fala a nossa empresa. A quem nos dirigimos e que tom de voz essas pessoas esperam. Um fabricante de produtos destinados a um público jovem (como refrigerantes ou roupa juvenil, por exemplo) pode ter uma voz mais irreverente e descontraída, ao passo que isso é exatamente o contrário do que procuramos numa firma de advocacia ou num contabilista. Isto não significa que todas as empresas do mesmo ramo tenham de comunicar da mesma forma e o ideal é encontrar aquele tom de voz que sem ser desajustado ao que esperam de nós, é único e ilustra perfeitamente a personalidade da nossa empresa.

Que canais devo usar para alcançar esse público?

Definido o público que quero alcançar e o tom de voz, é importante agora definir como vamos tentar chegar ao nosso público. É importante perceber, primeiro, onde essas pessoas “andam” e onde vão buscar informação. Se o nosso negócio for local, os nossos potenciais clientes estão todos dentro da mesma área geográfica e uma estratégia de outdoors/cartazes e redes sociais pode ser suficiente. Se for nacional, o investimento noutros canais, como a publicidade online e as relações-públicas, deve ser levado em consideração. E não é só em termos geográficos que devemos pensar, mas em tudo, faixa etária, hábitos de consumo, etc. Se o nosso público é adolescente, ir a um programa da manhã da televisão, vai-nos dar muita visibilidade, mas não vai impactar o nosso público-alvo diretamente.  O ideal é sempre contactar com especialistas da na área e com eles definir a melhor estratégia.

Orçamento

Outra coisa essencial é perceber qual o orçamento que temos disponível para investir. É importante perceber que, para a maioria dos negócios, não é algo que tenha um retorno imediato e deve ser sempre pensado como uma estratégia continuada a longo prazo, como tal, fazer um grande investimento para um período finito, provavelmente vai apenas desequilibrar as contas e não ter grandes efeitos práticos (o que faz com que muitos empresários deixem de comunicar ao fim de três/quatro meses, porque não sentem o impacto imediato nas vendas). Se queremos investir em comunicação, o recomendável é fazê-lo com ajuda de profissionais da área, pois melhor do que ninguém são capazes de identificar as melhores estratégias e evitar que investamos o nosso dinheiro em canais que não são relevantes para o nosso target.

Estar sempre acessível

Ter um site atualizado é essencial. Se vemos publicidade de uma empresa, mas a seguir não encontramos qualquer registo dela online, o nosso interesse (e mesmo a confiança) baixa exponencialmente. Numa época em que o primeiro sítio onde procuramos informação é online, ter um site com boa apresentação, fácil de navegar, exemplos do nosso trabalho e casos de sucesso é um dos melhores cartões de visita que podemos ter.

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Devo arrendar ou comprar um espaço comercial?

Devido à pandemia, os últimos anos têm sido duros e longos para muitas empresas. No entanto, muitas estão a trazer os colaboradores de volta ao escritório, a contratar novamente e a pensar em oportunidades de espaços. Especificamente, vários dos meus clientes perguntaram-me se deveriam considerar comprar ou arrendar o seu escritório.

A resposta não é tão simples como se pode pensar. Antes de tomar uma decisão, faz sentido compreender os riscos, custos e benefícios de ambas as opções. Há prós e contras para cada opção e delineei abaixo algumas considerações para o ajudar a perceber no que se está a meter com cada uma. Pesá-los eficazmente irá ajudá-lo a navegar nesta importante decisão para o seu negócio.

Razões para considerar o arrendamento

  • As condições do mercado são instáveis, por isso comprometer-se com um contrato de arrendamento de três a cinco anos dá-lhe uma maior paz de espírito.
  • O seu negócio está a crescer, e com alguns colaboradores a optarem por trabalhar a partir de casa, não tem a certeza do tamanho do espaço certo para o seu negócio ou a rapidez com que poderá ultrapassar o espaço disponível.
  • O capital é apertado e não tem o suficiente para um pagamento inicial.
  • A sua empresa ainda está na “fase de construção”.
  • A sua empresa é nova numa área de mercado, ou a sua base de clientes está numa área geográfica apertada, e a única opção é arrendar sem perder clientes.
  • O seu timing é imediato, e precisa de um edifício nos próximos 30 a 60 dias.
  • Tem a oportunidade de obter condições de arrendamento favoráveis.

Razões para considerar a compra

  • Pode escolher a sua localização, unidade, tipo de edifício e fazer renovações e alterações de acordo com as suas necessidades de negócio.
  • Comprar permite-lhe ter o controlo total da propriedade, e não tem de responder a um senhorio.
  • Está a construir equidade e riqueza a longo prazo. Em especialmente em relação aos espaços de escritórios industriais.
  • Se o negócio cair em tempos difíceis, pode arrendar parte do escritório ou até mesmo subarrendá-lo.
  • Pode deduzir juros e depreciações na sua propriedade comercial como benefício fiscal.

Ao tomar uma decisão importante como esta, encorajo-o a considerar os objetivos do seu negócio, o acesso ao capital e o crescimento projetado. Ao ter estes três fatores em mente, pode ter uma noção do que o seu negócio pode pagar, bem como tomar uma decisão que está em linha com a sua visão para a empresa.

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As Cinco Resoluções de Ano Novo do Empresário

Ano Novo, vida nova, costuma-se dizer, na maioria das vezes sem razão. Não nos tornamos pessoas diferentes por estarmos em 2023 e, apesar da simbologia da mudança de ano, poucas coisas diferem na nossa vida. Começam as dietas, as inscrições efémeras nos ginásios e os mealheiros para o verão, sabendo que nenhuma dessas coisas chegará a conhecer fevereiro.

Somos criaturas de hábitos e esperamos que miraculosamente o novo ano nos traga clarividência e força de vontade para mudar e deixar para trás alguns dos piores, tornando-nos pessoas equilibradas, fortes e com os corpos esculturais que nos fogem há anos. Pois, tenho más notícias! Tal como o Mundo não passa a girar noutro sentido com a mudança de ano, também nós não mudamos se não fizermos por isso e tivermos a coragem de nos desafiar diariamente a ser melhores.

A planear o novo ano desde Outubro com os seus membros, a TAB Portugal reuniu aquelas que foram as principais resoluções dos seus membros para o novo ano, definidas ao longo da sua planificação para 2023. Abaixo ficam aquelas cinco que foram as mais frequentes e que são transversais a todos os negócios:

  • Organizar a contabilidade

    Sim, é chato. Sim, dá trabalho. Mas vai fazer uma diferença tremenda ao longo do ano, não só porque nos permite perceber onde estamos a gastar o dinheiro da empresa (e muitas vezes encontramos despesas supérfluas) como podemos estar a evitar multas e outros sustos no futuro.

    • Preparar com antecedência

    Benjamin Franklin dizia “falhar na preparação é preparar para errar”, uma frase que se tornaria um mantra para os gurus da organização e liderança. A verdade é que com decisões tomadas “em cima do joelho”, sem grande preparação, corremos mais riscos e torna-se impossível seguir uma estratégia ou ter planos de contingência adequados. Pode correr bem durante algum tempo e passar entre os pingos da chuva, mas, como em muitos casos, basta correr mal uma vez…

    • Investir na equipa

    Por muita dedicação que o empresário tenha, a empresa é o somatório de todas as suas partes e a equipa é essencial para isso. Sejam duas, vinte ou duzentas pessoas, é essencial que todos os elementos sejam adequados às suas funções e as cumpram, evitando elos mais fracos na cadeia. Essencial para isso, é ir dando formação constante à equipa, não só para os motivar, mas para garantir que estão atualizados nas suas funções e/ou as podem fazer da forma mais eficaz. Garantir que temos as pessoas certas nos cargos certos vai evitar muitos dissabores no futuro.

    • Ir atrás dos objetivos

    Lembram-se daqueles objetivos a longo prazo que escreveram naquela folha, numa formação, em que o formador vos perguntou onde viam a vossa empresa dali por cinco anos? Quantos anos já passaram? Quatro? Cinco? Dez? Chega de deixar os objetivos para o próximo ano, porque se não corrermos atrás deles, não os vamos alcançar nunca. Comece a traçar metas, que sejam viáveis (“viáveis” e não “confortáveis”) e que o aproximem dos seus objetivos e trate de as cumprir, só assim se cresce a longo prazo.

    • Crescimento pessoal

    Estamos tão focados em fazer crescer as nossas empresas, que não nos lembramos de que nós também temos de crescer. Um empresário que estagna, torna-se o maior entrave ao crescimento da sua empresa. Este ano não se esqueça de investir em formação pessoal, de procurar rodear-se de pessoas que sabem mais e o podem ajudar a crescer, de ler, de procurar e de ter tempo para si e para a sua família.

    Na TAB, o trabalho de planeamento do novo ano começou em outubro do ano passado e todos os membros têm os seus planos traçados para atingir todas as metas a que se predispuseram. Para nós, são mais do que resoluções, são etapas no processo para nos tornarmos melhores e fazer crescer as nossas empresas, que vamos trabalhar em conjunto e reavaliar ao longo do ano, com a ajuda uns dos outros.  

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    Ainda não preparaste o novo ano? Agora é tarde!

    2022 está a terminar e 2023 a aproximar-se a passos largos e se ainda não começaste a preparar a sua chegada, já vais com um grande atraso. Não é à toa que na TAB encorajamos os membros a começar a preparar o novo ano em setembro/outubro, para que seja feito de forma estruturada e ponderada.

    As boas decisões raramente são tomadas em cima do joelho e perceber o caminho que o nosso negócio percorreu e por qual deve seguir não deve ser feito de um dia para o outro. São meses de preparação, de reflexão, de escrita e reescrita do plano até estar no ponto e, de preferência, devemos sempre contar com ajuda externa, para aquele olhar objetivo que nós próprios nunca conseguimos ter sobre o nosso negócio.

    Se ainda não te debruçaste sobre o futuro do teu negócio, ainda vais a tempo de, pelo menos, começar alguma preparação para suavizar a entrada do novo ano, sabendo que em 2023 terás de começar este processo (bem) mais cedo. Pela última vez em 2022, ficam aqui alguns pontos importantes de que não nos devemos esquecer quando estamos a preparar o nosso negócio para o ano que aí vem.

    Organizar a contabilidade

    O final do ano é uma excelente oportunidade para pôr a contabilidade em dia. Organizar as faturas ajuda, e muito, a controlar os gastos. É uma boa altura para nos sentarmos com um especialista em contabilidade e não só garantir que entramos no novo ano com as finanças em ordem, como também nos salvamos de possíveis sustos no futuro.

    Atualizar a análise SWOT

    Algo que convém manter o mais atualizado possível é a análise SWOT. Esta ferramenta é a base de todos os planos de negócio e, sem as conclusões que se retiram dela, qualquer decisão tomada tem um maior grau de risco. Uma boa avaliação do mercado e da nossa empresa são a chave para tomarmos as melhores medidas para começar o novo ano.

    Objetivos para 2023

    Todos os negócios têm grandes objetivos, que normalmente até podem constituir a missão e/ou a visão da própria empresa. No entanto, para atingir esses grandes objetivos, nada melhor que ter um conjunto de objetivos mais pequenos que nos permitem caminhar em direção ao sucesso de forma mais controlada.

    Todos os anos é essencial analisar os resultados do ano e criar novos para o ano seguinte, seja adaptar objetivos já existentes, seja elaborar objetivos completamente diferentes, que melhor se adaptam à situação da empresa.

    KPIs

    Com a evolução do negócio, as métricas para medir o sucesso do negócio vão mudando, com a criação de novos componentes na empresa a ser analisados, ou porque certos KPI deixam de fazer sentido tendo em conta a situação atual do negócio.

    O fim do ano é uma excelente oportunidade para refletir e mudar o que for necessário para que o ano seguinte seja melhor.

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    É mesmo necessário ter um plano estratégico?

    Como empresários, poucas são as pessoas que andam em cima do estado dos mercados como nós e, portanto, temos todos noção da situação atual. Por mais incerto que o futuro pareça, há sempre formas de dar a volta, e nada facilita tanto a adaptação como um bom plano estratégico.

    Para começar qualquer negócio, é essencial que se crie uma boa estratégia, com objetivos claros e táticas que nos permitam atingi-los da melhor forma possível. Sem um plano que direcione o nosso negócio, podes não conseguir tomar as decisões mais acertadas e acabas por não atingir o teu potencial.

    São planos que, apesar de estarem lá para ajudar, devem ter alguma complexidade, pois quanto mais completos forem, mais bem preparado estás. Mas o difícil é mesmo só começar e, por isso, deixo aqui alguns passos a seguir que facilitam o processo de construção de um bom plano de negócios.

    Missão, visão e valores

    Qualquer pessoa que tenha posto os olhos num livro de gestão, marketing ou qualquer outra área relacionada com o mundo dos negócios, tem estas três palavrinhas bem guardadas na mente. É das primeiras coisas que se aprende, e o porquê de ser assim é muito claro: uma empresa tem de ter identidade.

    São apenas três palavras que revelam logo a essência da nossa marca ou organização, descrevem quem somos e o que queremos ser no futuro. Pode parecer básico, mas sem esta identidade é impossível criar um plano de negócios eficaz.

    Objetivos

    Talvez seja o tópico que mais se fala neste blog, mas a verdade é que a definição de bons objetivos é essencial.

    Devemos sempre lembrarmo-nos do famoso acrónimo, SMART, do inglês specific, measurable, attainable, realistic e time-bound (ou específicos, mensuráveis, alcançáveis, realistas e temporais, na tradução portuguesa). Certifica-te que os teus objetivos fazem sentido para ti, tendo em conta as tuas capacidades.

    Análises

    Esta fase pode ser considerada um pouco mais aborrecida para quem gosta mais de ação, mas é tão importante como todas as outras: Conhece o mercado que te rodeia e quem és.

    É aqui que entra a famosa SWOT, que é uma ferramenta excelente para sistematizar os nossos conhecimentos, para criarmos uma abordagem mais eficaz.

    Vantagem competitiva

    Um termo também muito utilizado neste mundo é a vantagem competitiva. De forma muito resumida, e sem complicar muito, é aquele ponto chave que te distingue dos teus concorrentes. Pode ser o preço, um elemento no produto, ou até mesmo uma comunicação fora da caixa, o que importa é que é o fator que leva os consumidores a escolherem os teus produtos ou serviços.

    A partir destes quatro pontos, conseguimos já ter uma noção do melhor caminho para a nossa empresa e, assim, basta apenas criar um conjunto de passos e táticas para seguirmos este caminho, que já depende muito da situação de cada negócio. Em suma, e para responder à pergunta colocada logo no título deste artigo, um plano estratégico é a ferramenta mais importante para o sucesso de qualquer negócio. Sem ele, andamos um pouco às cegas, sem saber muito bem por onde andar, nem mesmo para onde vamos. Se queremos ser empresários de sucesso, termos uma estratégia bem definida é a base por onde nos devemos seguir e tomar todas as nossas decisões.

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    Relações Públicas – Fazer com que os outros digam que somos bons

    Estima-se que, em média, vemos cerca de 10 000 anúncios por dia, sendo que a grande maioria é completamente ignorada. Conseguir ser um dos poucos a captar a atenção dos consumidores é o grande objetivo de todos nós, mas neste mar de milhares de imagens e mensagens, existem outras formas de fazer chegar a nossa mensagem ao mundo.

    “Mensagens passadas de forma autêntica, que sejam orgânicas, são cada vez mais vantajosas para as marcas.” Comenta Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal. “Os anúncios acabam por ser sempre parciais e, por isso, conseguir o testemunho de um jornalista ou influenciador em quem as pessoas confiem, é meio caminho andado para angariar mais clientes.”

    É aqui que entram as relações-públicas que, segundo o executivo de sucesso e autor de vários livros, Jean-Louis Gassée, resume-se numa simples frase: “publicidade é dizeres que és bom, relações-públicas é deixares que os outros o digam por ti”.

    Ou seja, as relações-públicas trabalham ao nível da reputação de uma entidade (seja uma empresa, marca, organização ou até mesmo uma personalidade). O grande foco é a opinião pública, e a forma como esta pode ser influenciada para trazer mais-valias ao nosso negócio.

    Na sua essência, as relações-públicas vivem de histórias que se criam sobre o cliente, onde se passam todas as mensagens que queremos transmitir: os nossos valores, quem somos, o que pretendemos ser no futuro, ou qualquer outra informação importante. Estas histórias são o que capta a atenção dos jornalistas e de outros líderes de opinião; são aquilo que os agarra e que os faz querer escrever sobre nós, dando o seu carimbo de aprovação.

    Para simplificar, ao contrário da publicidade, as relações-públicas não compram espaço para nós pormos lá os nossos anúncios, conquistam esse espaço ao desenvolverem artigos sobre o nosso negócio, que passam toda a nossa mensagem e que sejam apelativos para os jornalistas. Através das relações-públicas, não somos nós que falamos, deixamos que os outros falem por nós.

    Quando vemos um anúncio, mantemos sempre um certo nível de ceticismo pois sabemos que aquele espaço foi comprado. O mesmo não acontece quando lemos artigos publicados por jornalistas, uma vez que sabemos que estes são criteriosos na seleção de temas que abordam e, por isso, que dão maior credibilidade ao assunto.  

    A publicidade e as relações-públicas não são, no entanto, mutuamente exclusivas. Uma boa estratégia de marketing deve englobar as duas coisas, mas se temos uma empresa com uma história para contar, um fator diferenciador e pouco orçamento para chegar ao nosso público-alvo, as relações-públicas podem ser uma excelente forma de o fazer.

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    Mas afinal, do que me vale ter uma estratégia digital?

    Com as gerações mais jovens a tornarem-se os grandes consumidores, à medida que vão crescendo, é fundamental adaptarmo-nos às suas necessidades. Os tão falados Millenials e agora os jovens da Geração Z, que estão agora a dar os primeiros passos no mundo do trabalho, e cada vez mais serão eles a controlar os movimentos do mercado.  

    Num país onde passamos mais tempo online do que a dormir, não devemos ignorar o que se passa nas redes e no mundo digital. Trata-se de adaptação aos tempos modernos, o que não significa perda de identidade! Podemos perfeitamente continuar a mesma empresa de sempre, simplesmente estamos a comunicar com os consumidores através dos seus meios preferidos.

    “Com um mundo cada vez mais virado para as tecnologias, mantermo-nos fiéis “moda antiga” pode não ser a escolha mais acertada.” Diz Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal. “Claro que cada caso é um caso, mas hoje em dia todos nós passamos uma grande parte do nosso dia na Internet, pelo que explorar essa via é um caminho muito apetecível para grande parte das empresas.”

    Ficam aqui 5 benefícios que uma boa estratégia digital traz a qualquer negócio:

    Marketing a baixo custo

    Embora seja possível investir centenas, ou até mesmo milhares, de euros por mês em anúncios nas redes sociais ou na contratação de gestores profissionais, os meios digitais ajudam a aumentar a visibilidade de uma empresa por pouco ou nenhum custo, comparativamente a outros meios.

    Relações com os clientes mais fortes

    As redes sociais são uma forma fantástica de mostrar a personalidade da sua marca. Ao mesmo tempo, permitem a interação com os nossos clientes, algo cada vez mais apreciado. Hoje em dia, as empresas não se limitam a vender os seus produtos ou serviços; num mercado com marcas novas a aparecerem todos os dias, a relação próxima com os clientes é aquilo que os faz escolher a nossa empresa e não a dos outros.

    Estabelecer liderança no setor

    As redes sociais podem ajudá-lo a construir um nome para a sua empresa como líder no seu setor. Ao participar regularmente em conversas e agregar valor, aumentará o reconhecimento da sua marca, especialmente se os seus competidores não o fizerem.

    Obter informações sobre os seus clientes

    As redes sociais, onde toda a gente exprime as suas opiniões, são os meios perfeitos para ficar a conhecer os nossos clientes. Quais os seus pensamentos sobre certos assuntos que possam influenciar o nosso negócio? O que é que eles pensam sobre os nossos concorrentes? Quais os seus gostos e interesses? Estas questões, e outras tantas que nos permitem criar uma ideia muito mais concreta de quem compra os nossos serviços, são muito úteis para delinearmos uma estratégia que vai diretamente ao encontro das necessidades e desejos dos nossos clientes.

    Aumentar os rankings de pesquisa

    As páginas de pesquisa do Google são uma grande dor de cabeça para quem tem um negócio. Todos sonhamos com o nosso website a aparecer logo na primeira página, mas a grande maioria dos empresários não sabe muito bem como tornar esse sonho em realidade. Uma coisa que ajuda é ser ativo nas redes sociais pois não só permitem direcionar mais pessoas para o website, como também aumentam a classificação do mesmo nos motores de busca. Quanto mais partilhas nas redes, mais acima fica o nosso website.

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    Análise SWOT – a ferramenta essencial para qualquer empreendedor!

    Quantas vezes paramos para pensar no nosso negócio? Não nas tarefas do dia-a-dia, nas reuniões ou na apresentação que vamos fazer a um cliente, mas na nossa empresa como um todo, no rumo que queremos dar-lhe, nas oportunidades que o futuro guarda e nas mudanças que temos de efetuar para crescer?

    Como empreendedores é-nos difícil ter tempo para tudo o que está aos nossos ombros e se nos é difícil sequer chegar a casa a horas do jantar, quanto mais parar para repensar o negócio que até pode estar a correr bem. Mas muitas vezes é essa falta de reflexão que nos está a impedir de dar o salto e de levar o nosso negócio mais além.

    Mas como começar esta reflexão?

    Mesmo a mais profunda reflexão, se não for estruturada, dificilmente dará frutos, pois corremos o risco de não o fazer de forma objetiva, gastando muito mais tempo do que o necessário e tirando menos conclusões úteis. Uma boa forma de o fazer, é recorrer à análise SWOT.  

    Talvez por ser uma ferramenta tão conhecida por quem já tem experiência no mundo empresarial, a SWOT é, por vezes, subvalorizada por muitos empresários, que a consideram uma análise a ser realizada esporadicamente. No entanto, a análise SWOT pode ser uma ajuda preciosa para definir uma boa estratégia.

    Para perceber melhor a sua importância, e o porquê de ser uma das análises base que sustentam um planeamento estratégico, é necessário conhecer o seu significado. A palavra “SWOT” não é nada mais que um acrónimo que, em português, significa forças, fraquezas, oportunidades e ameaças (do inglês strengths, weaknesses, opportunities threats). No fundo, o que se pretende com esta análise é ficar com uma noção estudada daquilo que se passa dentro da empresa e fora dela.

    A fase de introspeção, do estudo das forças e fraquezas, pode parecer desnecessária para alguns empresários, pois muitos pensam que sabem bem os seus pontos fortes sem refletirem no assunto, e admitir que o negócio tem alguns pontos em que poderia melhorar é difícil. Quanto melhor conhecermos as nossas forças, que nos dão uma vantagem competitiva em relação aos concorrentes, melhor conseguimos direcionar a estratégia. Do mesmo modo, ao identificarmos as nossas fraquezas podemos agir sobre elas e começar a corrigi-las.

    Como fazer uma análise SWOT

    Para facilitar esta análise, há algumas perguntas que podemos colocar a nós mesmos, que nos ajudam a identificar, de forma clara, os pontos fortes e fracos do nosso negócio:

    Forças (S – Strengths)

    • Em que é que o meu negócio é bom?
    • O que é que me distingue da concorrência?
    • Do que me orgulha mais na minha empresa?
    • O que é que os concorrentes consideram ser os meus pontos mais fortes?

    Fraquezas (W – Weaknesses)

    • Onde é que eu acho que posso melhorar?
    • Quais os recursos que podem causar problemas?
    • Que desvantagens enfrento face à concorrência negócio?
    • Quais as queixas dos nossos clientes?

    Porém, um negócio não está isolado do mundo à sua volta, e conhecer o mercado e os concorrentes é crucial para decidir como podemos usar as nossas forças a seu favor e defender os pontos mais fracos. O sucesso de uma empresa depende da sua capacidade de se adaptar às dinâmicas do mundo dos negócios e, para isso, é preciso estar dentro do assunto.

    Ficam aqui também algumas ideias de perguntas para facilitar a navegação por todo o ambiente que rodeia o nosso negócio:

    Oportunidades (O – Opportunities)

    • Que tendências posso aproveitar para o meu negócio?
    • Como posso tornar as minhas forças/fraquezas em oportunidades?
    • Como está o mercado a mudar?
    • Existe alguma tecnologia que possa tirar proveito?

    Ameaças (T – Threats)

    • Que obstáculos enfrenta a minha empresa?
    • Qual a situação da concorrência? Algum novo concorrente?
    • Há alguma tecnologia emergente que desvaloriza o meu negócio?
    • De que forma as minhas fraquezas podem ser expostas?

    No fim, para podermos tirar algumas conclusões, é necessário cruzar a informação recolhida: como é que podemos usar os pontos fortes para aproveitar as oportunidades que o mercado nos dá? Será que algumas das fraquezas podem ser, de certo modo, neutralizadas se tirarmos proveito de alguma circunstância pontual que nos pode beneficiar? O ideal é juntar toda a informação e criar cenários, tanto positivos ou negativos, para planear o futuro.

    O mundo dos negócios está em constante movimento e uma atualização frequente das conclusões retiradas na primeira análise SWOT beneficia qualquer empresa, sendo uma boa ajuda para navegar pelo mercado com maior confiança nas nossas decisões.

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