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Dicas para evitar o burnout

Neste mês em que estamos a dar mais atenção ao equilíbrio entre a nossa vida pessoal e o trabalho, é impossível não mencionar o burnout. São vários os estudos sobre a saúde mental dos empresários, especialmente devido ao stress tão característico do nosso trabalho e à solidão natural da profissão.

É uma situação séria e delicada, como todos os problemas do foro psicológico tendem a ser, mas não é o fim do mundo nem tem de ser motivo para uma reviravolta. Com pequenas alterações na nossa rotina, conseguimos manter uma mente sã enquanto lutamos pelo sucesso.

“Cada vez mais se fala do burnout, e com razão”, diz Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal. “Quando vários estudos mostram que cerca de 25% da população portuguesa apresenta sintomas de burnout, devemos mesmo começar a ter mais atenção e cuidar de nós próprios.”

Deixo aqui umas pequenas dicas para não deixares que o burnout te apanhe desprevenido.

Não temos de estar sozinhos

Mais uma vez, o famoso networking volta a ser um ponto que se revela fundamental, em vários aspetos. Além de ser uma grande ajuda quando queremos fazer crescer o nosso negócio, os nossos contactos são também um bom apoio quando estamos mais em baixo.

Quer seja para pedir conselhos numa situação que nos está a causar mais stress e sobre a qual também têm alguma experiência, ou apenas para nos ouvirem desabafar um pouco, mesmo a nossa lista telefónica de trabalho tem sempre alguém que nos pode ajudar.

Os hobbies não são uma perda de tempo

Apesar de termos a mentalidade de que a nossa vida é o trabalho, se vivermos mesmo assim, torna-se difícil evitar o burnout. Devemos tentar sempre arranjar algum tempo para nos abstrairmos e uma das melhores maneiras de o fazer é encontrar algum hobby.

Seja um desporto, algo mais virado para as artes ou até mesmo um daqueles interesses mais de nicho que nos dão tanto gozo, é importante termos estes momentos de entretenimento que nos permitem separar um pouco a nossa vida pessoal do trabalho.

Pelo menos um dia de distância

No seguimento do ponto anterior, trabalhar sete dias por semana não deveria ser uma opção.

Todas as semanas devíamos tentar fazer pelo menos um dia de pausa, e quando digo pausa, é mesmo pausa! São dias em que só estamos contactáveis para emergências — e acredita que o mundo não acaba por darmos prioridade à nossa saúde mental por um dia que seja.

Cuida-te

Qualquer psicólogo o dirá, certamente melhor que eu, que a saúde mental e a saúde física estão interligadas. Pois é, custa ouvir, especialmente tendo em conta os níveis de sedentarismo crescentes que afetam cada vez mais profissionais, mas mexermo-nos também faz bem à nossa cabeça.

Para lá do exercício físico, cuidar de nós envolve uma boa alimentação (equilibrada e a tempo e horas, nada de saltar refeições) e noites bem dormidas. Uma boa rotina em que guardamos algum tempo para nós é fundamental.

Ajuda profissional

Estas dicas são uma ajuda para prevenir o burnout, mas, por vezes, podem não ser suficientes, o que não é motivo para desesperar. Ainda hoje existe algum estigma que pode ser um obstáculo que nos impede de pedir ajuda a profissionais de saúde mental, mas tem vindo a diminuir nos últimos anos, especialmente com a pandemia, e ainda bem que é essa a tendência.

A saúde mental é uma das grandes preocupações deste século, e beneficiávamos todos se tivéssemos um maior cuidado com a nossa cabeça. No dia a dia, se nos deparamos com um problema, tentamos sempre resolvê-lo da melhor forma possível, e um burnout não devia ser diferente. Se a melhor solução é encontrar apoio profissional, então é esse o caminho que devemos seguir.

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Mas o que é isto dos KPI?

Apesar de já os grandes imperadores na China Antiga usarem métodos simples para avaliarem os seus familiares em cargos oficiais, foi só depois da Revolução Industrial, com o grande crescimento no comércio, que houve a necessidade de criar sistemas diferentes que se adaptassem às novas dinâmicas.

Foi então que os key performance indicators, ou KPIs, como são mais conhecidos, foram evoluindo até aos dias de hoje. Atualmente são usados em todas as empresas, podendo até mesmo ser uma ajuda a nível pessoal. Na sua essência, são métricas que nos ajudam a perceber se estamos a ir num bom caminho, ou se precisamos de tomar algumas medidas para voltarmos ao rumo.

“Se há algo essencial em qualquer plano de negócio, são os KPIs,” diz Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal. “Termos objetivos é muito bom, mas se queremos lá chegar de forma eficaz, mantendo a motivação, temos de conseguir medir o nosso progresso.”

No entanto, a quantidade de KPIs existentes e todos os seus propósitos podem dificultar a seleção das métricas mais adequadas para as nossas necessidades e objetivos. Por isso, a TAB Portugal deixa aqui alguns conselhos, para ajudar na escolha dos KPIs.

Definir bem os objetivos

Antes de tudo, os KPIs não servem de grande coisa se não tiverem um propósito. É importante ter os objetivos não só bem descritos como presentes na mente de todos os envolvidos, para que todos possam trabalhar para o sucesso do negócio.

Ser específico

Se um KPI for demasiado vago ou pouco realista, será mais um motivo de stress, completamente desnecessário.

Da mesma forma que devemos ser SMART na escolha dos nossos objetivos, podemos aplicar esse pensamento nesta situação. Este famoso acrónimo que, traduzido para português significa específico, mensurável, alcançável, realista e temporal (do original inglês specific, measurable, attainable, realistic e time-bound), indica-nos sucintamente as características necessárias para que um KPI seja eficaz.

As coisas mudam

Como em tudo na vida, por vezes as coisas não correm como planeado e, quer seja de forma positiva ou negativa, é importante estarmos preparados para mudanças repentinas. Estarmos atentos ao mercado e a todo o envolvente da nossa empresa, é essencial para mantermos o controlo e conseguirmos adaptar os nossos objetivos e compromissos.

Por vezes, menos é melhor

Ter muitos KPIs pode não ser o melhor caminho, pois pode dificultar bastante a vida, se se tornarem confusos. É muito mais eficaz ter menos KPIs, mas que sejam assertivos e claros. Poucos, mas bons, como se diz em bom português.

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Feedback negativo não é o fim do mundo

Não há nada melhor para nos fazer crescer do que críticas. Podem custar sim, mas feedback honesto de pessoas em quem confiamos é fundamental para melhorarmos as nossas competências e aumentam a nossa eficiência.

As críticas, especialmente as construtivas, chamam a nossa atenção para certos comportamentos que estão a prejudicar o bom funcionamento da equipa. Claro, há quem critique só por criticar, e devemos aprender a ignorar quem nos quer apenas deitar abaixo, mas também temos de aprender a tirar partido dos comentários negativos, para os transformarmos em vantagens.

“Por mais duras que sejam, as críticas são do mais valioso que há.” Afirma Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal. “É difícil ouvir e manter a calma, e há certos comentários que nos marcam, mas podemos, e devemos, sempre retirar aprendizagens.”

Há muitas formas de encarar uma crítica, no entanto, certos comportamentos mostram à nossa equipa que estamos abertos a feedback e à mudança. A TAB partilha alguns passos a seguir quando somos confrontados com esta situação.

Manter a calma

Reações emocionais mostram um nível de imaturidade que muitos não apreciam, e podem levar a comportamentos pouco racionais, dos quais podemos acabar por nos arrepender. Respirar fundo e ouvir com atenção é o melhor que temos a fazer nestas situações, guardando as emoções para mais tarde. Ouvir as críticas com calma e com a mentalidade de que são apenas pequenos obstáculos a superar para sermos melhores empresários.

Não ficar na defensiva

É fácil sentir que o feedback negativo é um ataque pessoal e a tendência aí passa a ser defendermo-nos e/ou arranjar uma forma de desculpar um erro. O cliente não tem sempre razão, mas há uma razão para o seu descontentamento e o ideal, antes de tentarmos pôr o ónus da questão no seu lado, é tentar perceber porquê o descontentamento e como melhorar ou evitar que este ou outros clientes se sintam da mesma forma de futuro.

Refletir

Depois de ouvir com atenção, é importante refletir e pensar sobre os comentários. Será que realmente fazem sentido, ou não passa tudo de um mal-entendido? Podem ser críticas construtivas direcionadas a certos comportamentos ou a traços de personalidade, dois tipos de críticas diferentes, com abordagens diferentes.

Retirarmos uns minutos do nosso dia para uma boa introspeção é fundamental para racionalizarmos aquilo que dizem de nós para que consigamos selecionar o que, de todos os comentários que ouvimos, faz sentido e temos possibilidade de mudar.

Melhorias

Após chegarmos às nossas conclusões, convém mostrar à nossa equipa/clientes que estamos dispostos a mudar o nosso comportamento em prol do bom funcionamento da empresa. Bons empresários reconhecem os seus erros e trabalham para melhorarem, todos os dias.

Para todos os conflitos, há sempre uma solução e por vezes temos de aceitar que o nosso comportamento não é o mais adequado. Ninguém é perfeito e todos, incluindo a nossa equipa, sabem que erros acontecem, pelo que um pedido de desculpas e um esforço contínuo em ser melhor é o suficiente para sermos melhores empresários.

Pedir novo feedback

O nosso esforço para mudar só é eficaz se os outros também sentirem mudanças no nosso comportamento, e virmos melhorias no nosso trabalho.

Passado algum tempo, é importante pedir novo feedback sobre o comportamento em questão, para saber se estamos num bom caminho ou se ainda temos de nos esforçar mais um pouco.

 

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É mesmo necessário ter um plano estratégico?

Como empresários, poucas são as pessoas que andam em cima do estado dos mercados como nós e, portanto, temos todos noção da situação atual. Por mais incerto que o futuro pareça, há sempre formas de dar a volta, e nada facilita tanto a adaptação como um bom plano estratégico.

Para começar qualquer negócio, é essencial que se crie uma boa estratégia, com objetivos claros e táticas que nos permitam atingi-los da melhor forma possível. Sem um plano que direcione o nosso negócio, podes não conseguir tomar as decisões mais acertadas e acabas por não atingir o teu potencial.

São planos que, apesar de estarem lá para ajudar, devem ter alguma complexidade, pois quanto mais completos forem, mais bem preparado estás. Mas o difícil é mesmo só começar e, por isso, deixo aqui alguns passos a seguir que facilitam o processo de construção de um bom plano de negócios.

Missão, visão e valores

Qualquer pessoa que tenha posto os olhos num livro de gestão, marketing ou qualquer outra área relacionada com o mundo dos negócios, tem estas três palavrinhas bem guardadas na mente. É das primeiras coisas que se aprende, e o porquê de ser assim é muito claro: uma empresa tem de ter identidade.

São apenas três palavras que revelam logo a essência da nossa marca ou organização, descrevem quem somos e o que queremos ser no futuro. Pode parecer básico, mas sem esta identidade é impossível criar um plano de negócios eficaz.

Objetivos

Talvez seja o tópico que mais se fala neste blog, mas a verdade é que a definição de bons objetivos é essencial.

Devemos sempre lembrarmo-nos do famoso acrónimo, SMART, do inglês specific, measurable, attainable, realistic e time-bound (ou específicos, mensuráveis, alcançáveis, realistas e temporais, na tradução portuguesa). Certifica-te que os teus objetivos fazem sentido para ti, tendo em conta as tuas capacidades.

Análises

Esta fase pode ser considerada um pouco mais aborrecida para quem gosta mais de ação, mas é tão importante como todas as outras: Conhece o mercado que te rodeia e quem és.

É aqui que entra a famosa SWOT, que é uma ferramenta excelente para sistematizar os nossos conhecimentos, para criarmos uma abordagem mais eficaz.

Vantagem competitiva

Um termo também muito utilizado neste mundo é a vantagem competitiva. De forma muito resumida, e sem complicar muito, é aquele ponto chave que te distingue dos teus concorrentes. Pode ser o preço, um elemento no produto, ou até mesmo uma comunicação fora da caixa, o que importa é que é o fator que leva os consumidores a escolherem os teus produtos ou serviços.

A partir destes quatro pontos, conseguimos já ter uma noção do melhor caminho para a nossa empresa e, assim, basta apenas criar um conjunto de passos e táticas para seguirmos este caminho, que já depende muito da situação de cada negócio. Em suma, e para responder à pergunta colocada logo no título deste artigo, um plano estratégico é a ferramenta mais importante para o sucesso de qualquer negócio. Sem ele, andamos um pouco às cegas, sem saber muito bem por onde andar, nem mesmo para onde vamos. Se queremos ser empresários de sucesso, termos uma estratégia bem definida é a base por onde nos devemos seguir e tomar todas as nossas decisões.

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Como aumentar a produtividade

Sendo empresários, por vezes metemos na cabeça que temos de passar 24 horas por dia a trabalhar para conseguirmos manter a nossa empresa no caminho para o sucesso. Essa noção, não só é contrária aos estudos mais recentes sobre a produtividade, como também nos leva diretos ao burnout e a outras situações semelhantes.

A melhor maneira de ser produtivo não é trabalhar mais horas, mas sim descobrir os métodos que melhor funcionam para nós. Cada um de nós trabalha de forma completamente diferente, e não há uma forma certa que funcione para todos.

O foco de cada um varia muito, e todos nós temos os nossos truques e manias que nos ajudam a manter a concentração e a sermos mais produtivos. No entanto, a TAB deixa aqui algumas dicas gerais que podem ajudar qualquer um.

Lista de tarefas

É uma dica já muito pregada por tantas pessoas, mas a verdade é que, de facto, termos uma lista daquilo que temos para fazer ajuda, e muito, a organizar o nosso tempo.

Também funciona como motivador, pois a satisfação de riscar mais uma tarefa da lista é suficiente para avançarmos para a próxima tarefa com vontade de chegar ao fim do dia com o máximo de riscos no papel.

Evitar distrações

Apesar de sermos empresários e de termos a mania de que o nosso maior foco é o trabalho, não nos podemos esquecer que somos humanos também e distrações acontecem. Sejam as redes socias nos nossos telemóveis, seja o papel e caneta ao nosso lado na secretária, tudo serve para nos distrair.

Manter o foco é uma questão de autodisciplina, e temos de ter força para evitar aquilo que já sabemos que vai captar a nossa atenção e proactivamente eliminar as potenciais distrações.

Criar tempos de pausa

Num dia normal, é muito natural (e recomendado) que vamos fazendo algumas pausas, umas mais longas que outras. Contudo, pausas espontâneas podem não ser aquelas que trazem melhores resultados.

Se tivermos pausas agendadas, podemos organizar o nosso trabalho em torno delas, evitando que comecemos uma tarefa ainda com o foco na outra e que o cansaço acumulado nos tire a eficácia.

Multitasking não funciona

Por mais que se tente, fazer várias tarefas ao mesmo tempo raramente dá bom resultado. O mais certo é acabarmos por nos enganar e trocar informações.

Uma tarefa de cada vez é o ideal, o que não significa que só podemos avançar quando as tarefas terminam. Por vezes, temos mesmo de pôr tarefas em pausa para as conseguirmos acabar, o importante é que enquanto estamos a trabalhar numa coisa, não podemos estar a pensar noutra.

Um bom método é o de criar espaço na nossa agenda para tarefas específicas, especialmente quando são urgentes, e durante bocado, não fazemos mais nada, não vemos o e-mail, não atendemos telefonemas, etc. Criando esses blocos e dando o nosso foco a 100% a uma tarefa, conseguimos terminá-la mais depressa e melhor, do que se estivéssemos a fazê-la “aos cortes”.

Organizar o espaço de trabalho

Nada melhora o nosso foco como manter a nossa secretária livre de tudo aquilo que nos pode distrair. Um espaço limpo, agradável e organizado é o ambiente ideal para a nossa mente fazer o seu melhor trabalho, evita as distrações e permite que encontremos aquilo que precisamos mais rapidamente, tornando o trabalho mais eficaz e focado.

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Cinco Dicas para um Networking Eficaz

Sejam clientes, fornecedores, parceiros ou até concorrentes, as outras empresas têm um papel essencial no crescimento de qualquer negócio e os benefícios de trabalhar em conjunto com os mesmos objetivos em vista são muitos. Melhor que ninguém, a The Alternative Board (TAB) Portugal reconhece as vantagens de uma boa rede de contatos.

As relações empresarias têm sempre dois sentidos e enquanto um empresário expande a sua própria rede de contatos, não só está a aumentar a sua lista de recursos disponíveis, como também se está a tornar um contacto útil para os seus contatos.

“Uma rede de contatos forte e vasta pode ser a chave para o nosso sucesso, de muitas maneiras diferentes.” Comenta Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal. “Para além dos impactos óbvios de angariarmos referências úteis, rodearmo-nos de pessoas com conhecimentos e experiências diferentes traz-nos inúmeros benefícios, tanto a nível profissional como pessoal.”

Para que o networking seja eficaz, há que ter cuidado com certos aspetos, e a TAB Portugal deixa aqui algumas dicas para criar e manter boas relações no mundo dos negócios.

Não explique o seu trabalho, conte uma história

A melhor maneira de captar a atenção de novos contatos é ser interessante. Apresentações diferentes, que surpreendam e contem uma história, são muito mais chamativas do que um conjunto de factos. É inegável que os números têm importância, mas é rara a vez em que são capazes de diferenciar um empresário de outro, em contextos de networking.

As relações têm sempre dois sentidos

Se há coisa que deve ser deixada de parte quando se faz networking é o egoísmo. Como em todas as relações, dar é tão importante como receber, especialmente nas relações de simbiose que acabam por se estabelecer entre dois (ou mais) empresários. Quando vai fazer networking, não vá apenas em busca de se apresentar a outros empresários, mas de deixar que outros empresários se apresentem a si. Ouça, conheça e perceba como pode ajudar os outros e não só como eles o podem ajudar a si, pois é daí que são criadas as relações.

A confiança é a base das relações

Por princípio, apenas recomendamos alguém quando confiamos no trabalho dessa pessoa (o que não impede que por vezes tenhamos surpresas desagradáveis) e essa confiança dá trabalho a conquistar e a manter. Quando vamos a uma sessão de networking temos de ir preparados para aproveitar as oportunidades que surjam, mas não devemos ter “mais olhos que barriga” e aceitar mais do que aquilo que temos capacidade para fazer, porque apesar de dar muito trabalho a conquistar, é num instante que a confiança se perde.

Segurança é (quase) tudo

Se o objetivo é criar novos contatos, a segurança não pode ficar em casa. O mundo dos negócios é, por natureza, extremamente competitivo, e passar uma imagem de segurança e profissionalismo pode dar uma importante vantagem inicial. Leve uma apresentação cuidada e prepare-se atempadamente, para dar a conhecer o seu trabalho da melhor maneira possível.

Credibilidade

A melhor forma de nos apresentarmos é com o nosso trabalho e ter casos de sucesso ou grandes clientes para “mostrar”, transmitem automaticamente uma certa credibilidade do nosso trabalho: “se aquela grande empresa confia no seu trabalho, também posso confiar.”

Sobre a The Alternative Board:

A The Alternative Board ® (TAB) é o maior sistema de franchising do mundo que fornece conselhos e serviços de coaching a empresários. Fundada em 1990, a TAB já ajudou mais de 25 mil empresários e opera nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Alemanha, República Checa, Eslováquia, Nova Zelândia, Austrália, Espanha e França. Com a sede em Colorado, a TAB foi fundada por Allen Fishman e autor dos livros best-sellers 7 Secrets of Great Entrepreneurial Masters, 9 Elements of Family Business Success and The Alignment Factor.

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Marketing – Tornarmo-nos visíveis

Portugal é um país de empreendedores, comprovado pelas quase 50 mil novas empresas que nasceram em 2021. Neste mar de empresas, sabermos como nos destacar é fundamental. Existem várias formas de o fazer, todas elas complementárias umas às outras. O ideal é trabalhar a nossa imagem de diferentes ângulos, para conseguirmos passar a nossa mensagem ao público certo.

É aqui que entra o Marketing que, na realidade, engloba muitas áreas, algumas das quais já mencionadas aqui no blog . Esta vasta ciência social compreende tudo aquilo que envolve a imagem e os sentimentos que os outros têm da nossa empresa.

“Um negócio vive muito da imagem, especialmente nos dias de hoje em que as marcas são muito mais do que os produtos ou serviços que oferecem.” Diz Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal. “A opinião pública conta, e muito, pelo que, se queremos ser bem-sucedidos temos de nos esforçar em ter uma boa relação com o mundo que nos rodeia.”

Apesar dos estudos de Marketing serem relativamente recentes, aparecendo apenas em meados do século passado, este conceito é tão antigo como os primeiros mercados e feiras da história. Desde o início do comércio que existe a necessidade de atrair clientes, a única coisa que mudou desde então é a forma como o fazemos.

Quando antes apenas se conseguia usar a própria voz para chamar possíveis compradores no meio de mercados cheios de pessoas, agora conseguimos transmitir a nossa mensagem por inúmeros canais e chegar ao nosso público da melhor forma.

Cada caso é um caso, e a vantagem de o Marketing ser tão vasto é que cada negócio pode criar a estratégia que traga melhores resultados. Para além do bom senso necessário quando estamos a gerir a imagem da nossa marca, especialmente nos tempos que correm, não existem regras muito rígidas para criar uma boa campanha de marketing. É preciso sim, conhecermos bem a nossa empresa e o nosso target.

É essencial perceber quem é a nossa empresa, qual a sua voz e como fala com o seu público e sermos coerentes na nossa comunicação. Uma empresa de intermediação de crédito perde a credibilidade se tiver uma linguagem juvenil, tal como um fabricante de refrigerantes não pode ser excessivamente formal.

As campanhas de Marketing são, acima de tudo, para o nosso público alvo. São estratégias que devem ser planeadas com o target sempre em mente, pois são eles quem vai interagir com a nossa campanha, logo, tem de ser algo que os chame a atenção.

É crucial que esta noção esteja presente em todas as etapas do planeamento. Por exemplo, se o nosso alvo são jovens, uma boa aposta seriam os meios digitais, com especial foco naqueles que os jovens utilizam mais. Assim como o meio, a mensagem também deve ser adequada às necessidades de quem queremos conquistar.

O Marketing é essencial para a sobrevivência de uma empresa e, de uma forma ou de outra, acabamos por utilizar várias das suas vertentes nas nossas estratégias.

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Relações Públicas – Fazer com que os outros digam que somos bons

Estima-se que, em média, vemos cerca de 10 000 anúncios por dia, sendo que a grande maioria é completamente ignorada. Conseguir ser um dos poucos a captar a atenção dos consumidores é o grande objetivo de todos nós, mas neste mar de milhares de imagens e mensagens, existem outras formas de fazer chegar a nossa mensagem ao mundo.

“Mensagens passadas de forma autêntica, que sejam orgânicas, são cada vez mais vantajosas para as marcas.” Comenta Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal. “Os anúncios acabam por ser sempre parciais e, por isso, conseguir o testemunho de um jornalista ou influenciador em quem as pessoas confiem, é meio caminho andado para angariar mais clientes.”

É aqui que entram as relações-públicas que, segundo o executivo de sucesso e autor de vários livros, Jean-Louis Gassée, resume-se numa simples frase: “publicidade é dizeres que és bom, relações-públicas é deixares que os outros o digam por ti”.

Ou seja, as relações-públicas trabalham ao nível da reputação de uma entidade (seja uma empresa, marca, organização ou até mesmo uma personalidade). O grande foco é a opinião pública, e a forma como esta pode ser influenciada para trazer mais-valias ao nosso negócio.

Na sua essência, as relações-públicas vivem de histórias que se criam sobre o cliente, onde se passam todas as mensagens que queremos transmitir: os nossos valores, quem somos, o que pretendemos ser no futuro, ou qualquer outra informação importante. Estas histórias são o que capta a atenção dos jornalistas e de outros líderes de opinião; são aquilo que os agarra e que os faz querer escrever sobre nós, dando o seu carimbo de aprovação.

Para simplificar, ao contrário da publicidade, as relações-públicas não compram espaço para nós pormos lá os nossos anúncios, conquistam esse espaço ao desenvolverem artigos sobre o nosso negócio, que passam toda a nossa mensagem e que sejam apelativos para os jornalistas. Através das relações-públicas, não somos nós que falamos, deixamos que os outros falem por nós.

Quando vemos um anúncio, mantemos sempre um certo nível de ceticismo pois sabemos que aquele espaço foi comprado. O mesmo não acontece quando lemos artigos publicados por jornalistas, uma vez que sabemos que estes são criteriosos na seleção de temas que abordam e, por isso, que dão maior credibilidade ao assunto.  

A publicidade e as relações-públicas não são, no entanto, mutuamente exclusivas. Uma boa estratégia de marketing deve englobar as duas coisas, mas se temos uma empresa com uma história para contar, um fator diferenciador e pouco orçamento para chegar ao nosso público-alvo, as relações-públicas podem ser uma excelente forma de o fazer.

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Mas afinal, do que me vale ter uma estratégia digital?

Com as gerações mais jovens a tornarem-se os grandes consumidores, à medida que vão crescendo, é fundamental adaptarmo-nos às suas necessidades. Os tão falados Millenials e agora os jovens da Geração Z, que estão agora a dar os primeiros passos no mundo do trabalho, e cada vez mais serão eles a controlar os movimentos do mercado.  

Num país onde passamos mais tempo online do que a dormir, não devemos ignorar o que se passa nas redes e no mundo digital. Trata-se de adaptação aos tempos modernos, o que não significa perda de identidade! Podemos perfeitamente continuar a mesma empresa de sempre, simplesmente estamos a comunicar com os consumidores através dos seus meios preferidos.

“Com um mundo cada vez mais virado para as tecnologias, mantermo-nos fiéis “moda antiga” pode não ser a escolha mais acertada.” Diz Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal. “Claro que cada caso é um caso, mas hoje em dia todos nós passamos uma grande parte do nosso dia na Internet, pelo que explorar essa via é um caminho muito apetecível para grande parte das empresas.”

Ficam aqui 5 benefícios que uma boa estratégia digital traz a qualquer negócio:

Marketing a baixo custo

Embora seja possível investir centenas, ou até mesmo milhares, de euros por mês em anúncios nas redes sociais ou na contratação de gestores profissionais, os meios digitais ajudam a aumentar a visibilidade de uma empresa por pouco ou nenhum custo, comparativamente a outros meios.

Relações com os clientes mais fortes

As redes sociais são uma forma fantástica de mostrar a personalidade da sua marca. Ao mesmo tempo, permitem a interação com os nossos clientes, algo cada vez mais apreciado. Hoje em dia, as empresas não se limitam a vender os seus produtos ou serviços; num mercado com marcas novas a aparecerem todos os dias, a relação próxima com os clientes é aquilo que os faz escolher a nossa empresa e não a dos outros.

Estabelecer liderança no setor

As redes sociais podem ajudá-lo a construir um nome para a sua empresa como líder no seu setor. Ao participar regularmente em conversas e agregar valor, aumentará o reconhecimento da sua marca, especialmente se os seus competidores não o fizerem.

Obter informações sobre os seus clientes

As redes sociais, onde toda a gente exprime as suas opiniões, são os meios perfeitos para ficar a conhecer os nossos clientes. Quais os seus pensamentos sobre certos assuntos que possam influenciar o nosso negócio? O que é que eles pensam sobre os nossos concorrentes? Quais os seus gostos e interesses? Estas questões, e outras tantas que nos permitem criar uma ideia muito mais concreta de quem compra os nossos serviços, são muito úteis para delinearmos uma estratégia que vai diretamente ao encontro das necessidades e desejos dos nossos clientes.

Aumentar os rankings de pesquisa

As páginas de pesquisa do Google são uma grande dor de cabeça para quem tem um negócio. Todos sonhamos com o nosso website a aparecer logo na primeira página, mas a grande maioria dos empresários não sabe muito bem como tornar esse sonho em realidade. Uma coisa que ajuda é ser ativo nas redes sociais pois não só permitem direcionar mais pessoas para o website, como também aumentam a classificação do mesmo nos motores de busca. Quanto mais partilhas nas redes, mais acima fica o nosso website.

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Como criar uma cultura de responsabilidade no local de trabalho

Uma empresa vive de pessoas e do trabalho de equipa. Todas as peças são fundamentais para que o negócio consiga atingir todos os seus objetivos, e isto é uma noção que devemos sempre relembrar a todos os nossos colaboradores. A responsabilidade parte logo desde o líder, pelo que temos de a certeza de que conseguimos encorajar os colaboradores a assumirem a responsabilidade que advém do seu trabalho.

“Quando se fala em responsabilidade, muitas vezes a nossa mente leva-nos logo a assumir de que se está a falar de culpabilidade, o que nem sempre é verdade.”, Diz Rita Maria Nunes, Country Manager da TAB Portugal. “Neste contexto, a responsabilidade é a nossa capacidade de assumir um compromisso e levá-lo até ao fim, com mais ou menos ajuda. O que importa é que o trabalho fique feito, tal como prometido.”

Para facilitar a criação deste sentimento de responsabilidade e compromisso no local de trabalho, a TAB Portugal reúne cinco medidas, facilmente implementadas no dia a dia de qualquer empresa.

Definir resultados e expectativas.

Em vez de esperar que os erros aconteçam e, em seguida, perder tempo e energia a encontrar a pessoa responsável, é mais produtivo estabelecer metas e objetivos claros antes mesmo do trabalho começar e certificarmo-nos que todos os colaboradores estão cientes dos resultados esperados, para que possam trabalhar nesse sentido.

Pontos de situação regulares

Pontos de situação frequentes onde damos feedback sobre as tarefas, presentes e futuras, são meio caminho andado para ter uma equipa em cima do assunto e orientada para o sucesso. Quanto mais informação os colaboradores tiverem, melhor é

Os colaboradores precisam de atualizações e informações para se aproximarem dos seus objetivos. A forma de feedback mais eficaz provém de conversas frequentes entre colaboradores e gestores. Quando estiver a fornecer atualizações de progresso, como gestor ou líder deve perguntar-se se tem os dados certos para dar resultados adequados e feedback de progresso. Os dados que são orientados pelo desempenho são os melhores, pois permitem-lhe discutir com o colaborador quais os comportamentos ou ações que levaram a este progresso.

As críticas ajudam-nos a ser melhores

O feedback a dar nem sempre é positivo e por vezes pode custar criticar o trabalho de alguém, especialmente quando vemos que os colaboradores realmente se esforçaram. No entanto, errar é humano e, apesar de termos todos receio de falhar, as quedas são as melhores aprendizagens. O impacto das inevitáveis críticas é que pode ser diminuído através da forma como são dadas. É, no entanto, importante saber contrabalançar as críticas com elogios quando são merecidos. Se um funcionário for apenas criticado, por muito justas que sejam as críticas, vai-se sentir “perseguido” ou que não lhe é dado o devido valor na empresa, porque só dão por ele quando falham.

Trabalhamos com pessoas e não máquinas

É fundamental também ter em mente que todos os que trabalham na empresa são pessoas e não máquinas (incluindo nós próprios), e devemos ter consideração pelos nossos colaboradores. Claro, todos queremos o melhor para a empresa, mas convém sempre frisar que só conseguimos ser uma mais-valia se tivermos bem de saúde e espírito. A nossa produtividade varia, naturalmente, ao longo do dia e da semana, isto sem contar com imprevistos na vida pessoal, doenças ou outros fatores que possam pôr em causa o nosso desempenho.

A responsabilidade parte de nós

No fim de contas, a responsabilidade não é nada mais, nada menos do que reconhecer que quando assumimos um compromisso temos de seguir em frente e levá-lo até ao fim. Trata-se também de estar ciente que o desempenho da equipa depende do trabalho de cada um e que basta um membro falhar para toda a equipa ter o trabalho dificultado.

Como líderes, faz parte do nosso trabalho garantir que estes valores são seguidos todos os dias e, para isso, temos de ser nós a pô-los em prática diariamente. Se queremos ter uma empresa onde todos sabem que são precisos e que o seu trabalho individual é vital para o sucesso do negócio, precisamos de o demonstrar, desde sempre e a todos os que trabalham conosco.

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