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O preço invisível da desorganização interna
A desorganização raramente aparece nas demonstrações financeiras. Não surge numa linha específica da contabilidade. Não vem assinalada a vermelho nos relatórios mensais. Mas cobra. Cobra todos os dias. Cobra em tempo perdido. Em decisões adiadas. Em retrabalho. Em tensão interna. Em desgaste emocional. Já acompanhei empresas que pareciam saudáveis à superfície. Faturação aceitável. Clientes regulares. Equipa estável. Mas bastava observar o dia a dia para perceber que havia

Rita Maria Nunes
26 de fev.1 min de leitura


Quando tudo é urgente, nada é estratégico
Há empresas onde tudo é urgente. Emails urgentes. Clientes urgentes. Problemas urgentes. Decisões urgentes. À primeira vista, parece dinamismo. Parece compromisso. Parece uma equipa “em cima do acontecimento”. Mas, olhando mais de perto, quase sempre é outra coisa: falta de estrutura . Quando tudo é urgente, ninguém tem tempo para pensar. E quando ninguém pensa, o negócio entra num modo de sobrevivência permanente. Decide-se rápido, reage-se muito, planeia-se pouco. E,

Rita Maria Nunes
19 de fev.1 min de leitura


O planeamento que ninguém faz: o que vais parar de fazer este ano?
Todos os anos, quando se fala em planeamento, a conversa gira à volta do que vai ser feito: novos projetos, novas ideias, novas apostas. Crescer, expandir, acrescentar. Quase nunca se fala do oposto. E devia. Um dos exercícios mais difíceis, e mais transformadores, que faço com empresários é este: O que é que vais parar de fazer este ano? O silêncio que se segue é sempre revelador. Parar é visto como fracasso. Como desistência. Como perda. Mas, na realidade, parar é

Rita Maria Nunes
11 de fev.2 min de leitura
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