top of page



Quando descobres que o problema não é falta de vendas: é falta de visão!
A frase mais comum que ouço? “Rita, preciso vender mais.” E muitas vezes respondo: “Será mesmo?” Um diagnóstico financeiro é das ferramentas mais transformadoras que existem porque abre os olhos para o que não se vê no dia a dia. Lembro-me de uma empresária brilhante que acreditava que a empresa estava a sofrer por falta de vendas. A equipa insistia no mesmo. Os relatórios também pareciam apontar nessa direção. Mas quando mergulhámos nos dados, a história revelou outra v

Rita Maria Nunes
26 de dez. de 20251 min de leitura


A verdade financeira aparece sempre e é sempre melhor descobri-la cedo
Há empresários que me procuram com uma convicção serena: “Rita, acho que está tudo bem.” E às vezes está. Mas muitas vezes… está quase. Uma auditoria financeira é o momento da verdade. Não é simpática, não é romântica e não faz festinhas na cabeça. Mas salva empresas e isso interessa-me mais do que qualquer floreado. Lembro-me de uma empresa que crescia todos os meses. Faturava bem. Recrutava. Investia. Mas algo no discurso do dono tinha pequenas fissuras: dúvidas vagas, de

Rita Maria Nunes
19 de dez. de 20251 min de leitura


O verdadeiro conflito não é Trabalhador vs. Empresa: é Portugal vs. O Progresso
Hoje é dia de greve geral. Mais uma. E, como sempre, protestamos contra mudanças à lei laboral, como se a legislação fosse o último bastião que protege o trabalhador português. Mas deixo uma pergunta incómoda: Porque é que os países com leis laborais mais flexíveis são os países onde os trabalhadores vivem melhor? Portugal vs. Economias Desenvolvidas: O Comparativo que Raramente Queremos Fazer Vamos olhar para alguns modelos que funcionam: Dinamarca, Holanda, Suíça e mesmo

Rita Maria Nunes
11 de dez. de 20253 min de leitura


O dia em que uma empresa descobriu que não era desorganizada… apenas precisava de estrutura
Sempre que começo um projeto de processos internos, alguém diz com orgulho: “Aqui damos conta do recado à nossa maneira.” E eu sorrio, porque isso costuma significar “a casa está de pé… até ao dia em que não estiver”. Uma empresa que acompanhei durante 2 anos vivia assim: tudo resolvido “à portuguesa”, com improviso, talento e boa vontade. E funcionava, claro. Até que começaram as dores invisíveis: prazos perdidos, tarefas duplicadas, clientes à espera, pessoas cansadas,

Rita Maria Nunes
11 de dez. de 20251 min de leitura


O momento em que percebi que um negócio sem plano é como conduzir de noite com os faróis apagados
Há dias em que olho para empresários e revejo uma versão antiga de mim: cheia de ideias, cheia de vontade, cheia de pressa e sem um plano. E digo isto sem julgamento. A verdade é que quase ninguém começa um negócio com um Business Plan sólido. Começa-se com coragem, com improviso, com aquela energia inicial que ilumina tudo… até deixar de iluminar. Lembro-me de um empresário que me procurou quase a rastejar emocionalmente. Tinha clientes, tinha movimento, tinha faturação.

Rita Maria Nunes
11 de dez. de 20252 min de leitura
bottom of page